Confiança e expectativas

Como encontrar um ensaio clínico de dermatologia

Procure no registo público por doença e local, filtre por recrutamento ativo e leia os critérios antes de tudo o resto. A maioria das pessoas é excluída por um pormenor.

O artigo em uma imagemLeia primeiro os critérios de elegibilidade
  1. Filtre por recrutamentoProcure por doença e por local no registo
  2. Pergunte ao dermatologistaOs centros universitários sabem mais cedo
  3. Nunca pague por issoE exija um consentimento por escrito
Decidem tudo, e a maioria das pessoas é afastada por um pormenor inesperado.
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Em resumo

Comece pelo registo público, procure a sua doença, filtre pelos estudos que recrutam perto de si, e leia a secção dos critérios antes da descrição, porque é ela que decide se pode participar. Verifique quem o conduz, em que fase está, se há grupo com placebo e o que acontece ao seu tratamento depois. Pergunte também ao seu dermatologista, já que os centros universitários costumam conhecer os estudos antes de circularem. Nunca pague para participar, e desconfie de qualquer estudo que não esteja registado.

Três pontos que vale a pena lembrar

  1. Leia primeiro os critérios de elegibilidade. A maioria é afastada por um pormenor como um tratamento recente ou outra doença.[2][1]
  2. Os registos são escritos pelos promotores e não são verificados, por isso o estado de recrutamento está muitas vezes desatualizado.[1][2]
  3. Um ensaio legítimo nunca lhe cobra para participar, e entrega-lhe sempre antes um documento de consentimento escrito.[5][3]

Onde procurar e como restringir

O registo público permite procurar por doença e por local e filtrar pelos estudos que estão a recrutar, o que elimina logo quase todo o ruído. Procure a doença em termos simples e também pelo nome médico, já que os registos usam ambos. Defina um raio de deslocação que aceitaria mesmo, porque os estudos de dermatologia implicam muitas vezes visitas de poucas em poucas semanas.[1][2]

A nossa própria ferramenta de procura de ensaios vai ao mesmo registo com os filtros já aplicados às doenças da pele, o que evita passar pela interface geral. As duas vias chegam aos mesmos registos de base.[6][1]

Leia os critérios antes de tudo o resto

Cada registo tem uma secção de elegibilidade com critérios de inclusão e exclusão, e é ela que decide tudo. As exclusões habituais afastam muito mais gente do que se espera: um tratamento usado nas últimas semanas ou meses, uma doença demasiado ligeira ou demasiado grave, outra condição da pele ou geral, uma gravidez ou o plano de a ter, ou uma idade fora do intervalo.[2][1]

Lê-la primeiro poupa horas. Se estiver perto mas sem certeza, contacte o coordenador indicado e pergunte, porque alguns critérios são interpretados com juízo profissional e só o centro lhe pode dizer.[1][2]

O que mais verificar no registo

A fase indica a etapa: as fases iniciais focam a segurança em poucas pessoas, e as posteriores comparam com um tratamento existente ou com placebo em grupos maiores. Verifique se há um braço com placebo e qual a sua probabilidade de o receber, e se todos acabam por receber o tratamento ativo.[2][3]

Veja quem o financia e onde decorre, quantas visitas exige, se as deslocações são reembolsadas e o que acontece quando o estudo termina: se pode continuar o tratamento e se lhe comunicarão os resultados. Pergunte isto antes de se inscrever e não depois.[3][2]

As vias que não passam pelo registo

O seu próprio dermatologista é muitas vezes o caminho mais rápido, porque os serviços hospitalares e universitários conhecem os estudos locais e podem encaminhá-lo diretamente. Perguntar numa consulta não custa nada e descobre com frequência estudos que nunca aparecem numa pesquisa pública perto de si.[4][2]

As associações de doentes de doenças específicas mantêm as suas próprias listas e boletins, e os serviços universitários de dermatologia publicam nas suas páginas os estudos em recrutamento. Vale a pena consultá-los além do registo e não em vez dele.[4][1]

O que o deve fazer desistir

Pedirem-lhe para pagar pela participação é o aviso mais claro. Os estudos sérios cobrem o tratamento e os procedimentos do estudo, e muitos reembolsam deslocações ou tempo. Um estudo que não está registado em lado nenhum, ou que não lhe entrega um documento de consentimento para levar e ler, são dois motivos para recusar.[5][3]

A pressão para decidir de imediato, a vaguidade sobre quem financia, ou a afirmação de que um tratamento vai resultar de certeza ficam todas fora de como se conduz investigação bem feita. Tem o direito de levar o documento de consentimento, falar dele com o seu próprio médico e desistir depois a qualquer momento sem dar explicações.[5][3]

Transformar isto num plano prático

Escolha o guia que melhor corresponde ao que você vê. Cada um começa pelo que experimentar, quanto tempo esperar e quando procurar ajuda.

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